quarta-feira, 24 de outubro de 2012

DIVULGAÇÃO

Boa noite!


10 de outubro de 2012
Ensino do sistema de escrita alfabética é tema de curso do Instituto Alana
Mestre em Filosofia e Língua Portuguesa pela USP, a assessora da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, Maria José da Nóbrega, vai ministrar curso sobre alfabetização, nos dias 10 e 24 de novembro, das 9h às 13h, no Centro de Formação Alana que fica no Jardim Pantanal, Zona Leste de São Paulo. Maria José da Nóbrega apresentará eixos metodológicos que ajudam o professor a encontrar boas situações didáticas para que as crianças reflitam sobre o sistema de escrita alfabética e o absorvam. O evento é gratuito, está com inscrições abertas e oferece 40 vagas. Podem participar professores, coordenadores e diretores de escola pública e privada, ou ainda que trabalhem em ONGs, além de estudantes de Pedagogia, Serviço Social ou áreas afins.
Onde Centro de Formação do Instituto Alana, Jardim Pantanal, Zona Leste de São Paulo
Hora 9h às 13h
Público alvo Estudantes de Pedagogia, Serviço Social ou áreas afins, professores, coordenadores ou diretores de escola pública e privada, ou ainda que trabalham em ONGs.
Vagas O curso oferece 40 vagas.
Informações
Pelo e-mail centrodeformacao@alana.org.br ou pelos telefones (11) 2585-7646 / 2585-1157
Promoção Instituto Alana
TagsCurso, Infância e Juventude, Brasil, Comportamento, Pautas, Educação, Estatuto da Criança e do Adolescente, População

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Bolsa de Estudos/Divulgação


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Links Recomendados

Centros de pesquisa
- Associação dos Pesquisadores de Núcleos de Estudos e Pesquisas sobre a Criança e o Adolescente
- Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas - Cebrid
- Centro Internacional de Estudos e Pesquisas sobre a Infância
- Revista Brasileira de Crescimento e Desenvolvimento Humano

Conselhos Nacionais
- Conselho Nacional de Justiça – CNJ
- Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente
- Conselho Nacional Procuradores-Gerais

Organizações internacionais
- Child Rights Information Network - Crin
- Child Trends Social Science Research
- Childhood - Instituto WCF Brasil
- Institut International Des Droits de L’enfant
- Instituto Interamericano del Niño, la Niña y Adolescentes
- International Association of Youth and Family Judges and Magistrates
- Justicia para Crecer – web especializada em Justiça Juvenil Restaurativa
- National Council of Juvenile and Family Court Judges
- NGO Group for the convention on the rights of the child
- Prision Fellowship International Restorative Justice
- The Center for Court Innovation
- The Centre for Restorative Justice
- UNICEF
- Unicef Kids
- United Nations Office on Drugs and Crime

Entidades de defesa de direitos de crianças e adolescentes
- Agência de Notícias dos Direitos da Infância - ANDI
- Fundação Abrinq
- Fundação Itaú Social
- Fundação Orsa
- Fundação Telefônica
- Instituto C&A
- Instituto Camargo Corrêa
- Observatório da Infância
- Portal Pró-menino
- Rede ANDI Brasil
- Rede CEP – Educação e Participação
- Rede Nacional de Defesa do Adolescente em Conflito com a Lei (Renade)

Entidades ligadas ao sistema de justiça da infância e da juventude
- Associação dos Magistrados Brasileiros - AMB
- Associação Internacional dos Juízes da Infância e da Juventude e Mercosul
- Foncaije
- Justiça para o Século 21

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Áreas de Atuacão

A construção de conhecimento e a incidência transformadora nos campos da comunicação e do jornalismo, a partir do marco dos direitos, da democracia e do desenvolvimento sustentável têm como pano de fundo o fortalecimento de alguns dos papéis centrais da mídia nos regimes democráticos:
• Oferecer informação confiável e contextualizada, para que os cidadãos e as cidadãs possam participar ativamente da vida política, fiscalizando e cobrando a promoção de seus direitos.
• Ser pluralista na construção de uma agenda de debates, contribuindo para que temas relevantes para o desenvolvimento humano alimentem a esfera pública de discussões a partir do posicionamento (e da legitimação) de um maior número de atores.
• Exercer accountability em relação ao Estado e às políticas públicas, de forma a colaborar para que os governantes (e também o setor privado e a sociedade civil) sejam mais responsáveis em relação aos processos de formulação, execução e avaliação de ações e programas.

Estes elementos inspiram a ANDI em todas as suas ações, estruturadas segundo três áreas de atuação:
Infância e Juventude
É direito de todos viver infância e adolescência em ambientes familiar, social e natural saudáveis, reconhecedores da riqueza na diversidade humana e facilitadores permanentes do desenvolvimento das aptidões físicas, intelectuais e do espírito. A ANDI busca contribuir para que os atores do campo da comunicação, nos diversos conteúdos que produzem ou distribuem (jornalismo, publicidade, entretenimento...), reconheçam e saibam responder com responsabilidade ao lugar privilegiado que ocupam na observação vigilante do interesse superior de crianças e adolescentes, acordado na Convenção sobre os Direitos da Criança (1989). O acordo internacional compreende que são estes os seres mais vulneráveis na sociedade e, portanto, dignos de proteção absoluta e atenção especial. No caso específico da imprensa, a ANDI enfatiza ainda o fato de que o olhar sobre a vida de crianças e jovens agrega enorme qualidade e profundidade à investigação jornalística, porque oferece aos próprios responsáveis pela constituição da notícia um acesso muito direto e sensibilizador às raízes dos problemas contemporâneos. Como segmentos mais vulneráveis, crianças e adolescentes são as primeiras vítimas de toda forma de desestruturação – familiar, social ou climática.
Inclusão e Sustentabilidade
Não existe sustentabilidade para a vida humana sem harmonia na relação entre os indivíduos e o meio ambiente – e tampouco sem que a democracia torne-se sinônimo da promoção plena do diálogo criativo e da inclusão irrestrita. Sabemos que o jornalismo e a mídia em geral – por sua enorme influência na formação da agenda pública, no fornecimento de informações contextualizadas e como fiscalizador das instituições de interesse público – cumprem papel decisivo no debate sobre qual desenvolvimento queremos e sobre as políticas implementadas com o fim de alcançar esses objetivos. Ao atuar diretamente sobre temas e problemas urgentes para as nossas sociedades (meio ambiente, responsabilidade empresarial, gênero e etnia, para mencionar alguns deles) a ANDI busca contribuir para um processo de desenvolvimento inclusivo e sustentável – tendo sempre como base ferramentas e tecnologias sociais do campo da comunicação.
Políticas de Comunicação
A construção de um ecossistema de mídia diverso e plural é essencial em todos os aspectos relacionados à vitalidade das democracias, ao crescimento econômico, à plena inclusão dos cidadãos e ao desenvolvimento sustentável. Estão em jogo o direito fundamental de acesso à informação e a liberdade para gerar e difundir conhecimentos. Um sistema democrático de mídia é também de significativa influência na promoção do jornalismo de qualidade, da publicidade socialmente responsável e do entretenimento construtivo. A ANDI dedica-se a gerar conhecimento e a exercer advocacy para o aprimoramento dos marcos regulatórios em comunicação. Considera igualmente essenciais a existência tanto de uma cultura de auto-regulação e responsabilidade social empresarial como de mecanismos democráticos de regulação nas áreas de infraestrutura e de conteúdo – que só podem ser efetivos com a participação ativa dos mais diversos setores da sociedade civil.
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Capacitação em Serra Negra